Com adesão de líderes evangélicos e católicos, o novo foro busca resgatar o protagonismo cristão diante da hegemonia da esquerda.
Neste sábado (14/6), o padre Kelmon fez uma declaração contundente ao Podcast do Bunker: Roberto Jefferson tinha como missão restaurar o cristianismo no Brasil. A fala foi feita durante entrevista aos jornalistas Ricardo Roveran e Eduardo Salles e denuncia o que Kelmon define como um contra-ataque à investida cultural da esquerda.
Segundo o padre, Jefferson foi o mentor que impulsionou sua jornada para além da paróquia. “Se não fosse por ele, minha atuação ainda estaria restrita ao interior”, revelou. Para Kelmon, foi Jefferson quem o inspirou a transformar a fé em ferramenta de ação política nacional.
Uma nova dimensão para a missão pastoral
Kelmon afirmou que sua atuação como sacerdote ganhou novo alcance graças ao estímulo de Jefferson. “Ele foi quem me fez enxergar que a fé precisava ocupar espaço também fora da igreja. Ele ampliou minha visão”, declarou. Sem esse impulso, afirmou, sua presença pública sequer existiria.
Cristianismo: missão compartilhada
De forma enfática, o padre declarou que a responsabilidade de defender os valores cristãos é coletiva. “Todos os batizados têm o dever de representar a fé que professam, não só os líderes religiosos”, disse. E criticou: “Infelizmente, muitos políticos se escondem atrás do nome de Cristo, mas vivem e votam contra os princípios do Evangelho.”
A estrutura perigosa da CNBB
Em tom de denúncia, Kelmon afirmou que a CNBB é mais do que uma entidade eclesial: trata-se, segundo ele, de uma organização altamente articulada, com forte atuação nos bastidores da política. “A CNBB é maior e mais estratégica do que a maioria das pessoas imagina”, declarou. “Eu vi de dentro como ela opera.”
O Foro do Brasil: novo projeto de influência cristã
Durante a entrevista, Kelmon anunciou o nascimento do Foro do Brasil, que ele descreveu como uma frente suprapartidária voltada à reconstrução da presença cristã na vida pública. A proposta, segundo ele, supera os limites partidários e une evangélicos, católicos, padres e pastores. “Estamos nos organizando para que a fé tenha voz ativa nas decisões nacionais”, afirmou.
Conclusão
Com um discurso ousado e cheio de simbolismo, padre Kelmon recoloca Roberto Jefferson como figura central de uma resistência cristã à esquerda e denuncia o avanço de instituições como a CNBB. A entrevista soa como um manifesto: a fé deixará de ser periférica e voltará a ser eixo central da política brasileira. Nas palavras do sacerdote, uma nova etapa da luta começou — e ela carrega a cruz como estandarte.






